INCLUINDO E
INFORMARTIZANDO ALUNOS ESPECIAIS
Vivemos num mundo conectado. Este
lugar está cada vez modificando-se com mais rapidez. Assim, as pessoas que não
estão totalmente inseridas neste movimento, não conseguem entender como nossa
realidade funciona.
Para ser realmente inclusiva,
toda a atividade educativa deve colocar o aluno especial diretamente ligado com
a vida, com o momento, com a situação. Para que esta interação funcione, os
agentes envolvidos devem trocar informações e participar das redes sociais e da
pesquisa.
Pelo que tenho observado, a
partir do momento em que um aluno especial conhece as ferramentas de
informática, aprende a usar e entende que ela vai facilitar sua relação com o
mundo, ele sente que as coisas passam a ser mais fáceis e que a diferença entre
ele e as outras pessoas é muito menor, e às vezes, nem vai aparecer.
Interagindo com meus alunos
através do “MSN”, do “Facebook” e outras redes sociais observo que eles
conseguem de maneira muito normal comunicarem-se e que se sentem totalmente
incluídos. Neste momento, todas as diferenças param de existir e podemos trocar
ideias e falar sobre a escola, a aula, os colegas de maneira muito rápida.
Depois, na escola até por um olhar conseguimos trocar informações, pois a
principal parte foi feita pelo computador.
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