domingo, 18 de novembro de 2012

1º ANO MÉDIO: UNIDADES 4, 5 E 6


Unidade 4
Texto 1
Vivendo com duas culturas diferentes 
Linda Chang é uma menina vietnamita, mas agora ela mora com sua família em Seattle, nos Estados Unidos. Lá ela precisa lidar tanto com a cultura norte-americana quanto com a vietnamita. Os pais de Linda são muito rígidos com relação à vida social dela. Ela não tem permissão para sair com garotos. Não é que seus pais não confiem nela, ela diz. Eles não confiam no mundo. O dia típico de Linda começa cedo. Ela deixa suas irmãs na escola às 7 h 45 min e então leva duas amigas de carro para a Seattle Central, onde tem
aulas de  Química,  Discurso e  Ciência  Política. Quando sua jornada escolar termina, ao meio-dia, ela volta para casa. Dirige cuidadosamente, em geral evitando a via expressa e pegando ruas menos movimentadas para ir e voltar da faculdade. Linda diz que falar muito sobre questões familiares não é um costume Vietnamita. A conversa na mesa de jantar é sobre comida, não sobre relações interpessoais.
Ela respeita muito sua família. Seus amigos acham estranho o fato de que, se quiser sair, ela tem de pedir a aprovação de seu avô, tias, tios e pais; e mais: eles raramente dão a permissão. Apesar de reclamar dessas restrições, ela tem consciência de sua posição na família: um modelo para suas primas e irmãs.
Seventeen, nov. 1997.

Unidade 5
Texto 1
Falta de privacidade
Todos concordam que a  privacidade é um direito humano de valor inestimável. Mas hoje está se tornando cada vez mais difícil obtê-la. Computadores, cabines eletrônicas de pedágio, cartões de crédito, telefones celulares e caixas automáticos estão todos relacionados à falta de privacidade, porque ajudam pessoas e o governo a rastrear seus movimentos. Lembre-se, eles estão sempre observando você! Para manter um pouco de privacidade, tente adotar a seguinte postura: use dinheiro vivo quando puder; não forneça seu número de telefone, número da previdência social ou endereço, a não ser que você seja obrigado a isso; não preencha questionários ou atenda operadores de telemarketing; mantenha seu número de telefone fora
de catálogos; nunca use cabines eletrônicas de pedágio em estradas; nunca deixe seu telefone celular ligado – seus movimentos podem ser rastreados; não use cartões de crédito; tenha cuidado com a internet. Isso soa paranoico para você? Na realidade, esses são os conselhos dados pelos atuais ativistas pela
privacidade.
Adaptado de Speak Up, mar. 2000

Texto 2
Um trilhão de pontos de dados
Por Barrett Sheridan
(...) Na próxima vez que você olhar para o seu smart phone, pode ser útil saber que você não está apenas checando seu e-mail; você está contribuindo para o sistema nervoso central do mundo. Um telefone celular é, no fim das contas, um tipo de sensor: cada vez que você envia uma mensagem de texto, faz uma ligação telefônica ou baixa um e-mail, torres de celular localizam sua posição. Com 4 bilhões de aparelhos em uso no mundo todo, há trilhões de pontos de dados fluindo pela rede a cada mês e criando gráficos digitais de
nossas trajetórias pelo tempo e pelo espaço. Quando são colocadas juntas, essas trajetórias individuais expressam uma fotografia de um quarteirão,  de uma comunidade, de uma cidade – até mesmo de uma sociedade inteira. (…)
Newsweek, 9 mar. 2009.

Unidade 6
Texto 1
Mahatma Gandhi
Mohandas Karamchand Gandhi nasceu em 2 de outubro de 1869 em Porbandar, Índia. Ele se tornou um dos líderes espirituais e políticos mais respeitados do século XX. Gandhi ajudou a libertar o povo indiano da
dominação britânica através de resistência não violenta e é reverenciado pelos indianos como o pai da nação indiana. O povo indiano chamava Gandhi  de “Mahatma”,  que significa Grande Alma. Aos 13 anos, Gandhi casou-se com Kasturba, uma moça com a mesma idade que ele. Os pais de ambos arranjaram o casamento. Os Gandhi tiveram quatro filhos. Gandhi estudou Direito em Londres e voltou à Índia em 1891 para exercer a profissão. Em 1893, assinou um contrato de um ano para trabalhar com Direito na África do Sul. (…) Ele desenvolveu  um método de ação baseado nos princípios da coragem, da não violência e da verdade, chamado Satyagraha. (...) Em 1915, Gandhi  retornou à Índia. Em 15 anos tornou-se o líder do movimento nacionalista indiano. Usando os princípios  do Satyagraha, liderou a campanha pela independência indiana da Grã-Bretanha. Gandhi foi preso muitas vezes pelos britânicos por causa de suas atividades na África do Sul e na Índia. (…) Mais de uma vez Gandhi usou o jejum para chamar a atenção  das pessoas  a respeito  da necessidade de não ser violento. A Índia ganhou sua independência em 1947 e dividiu-se em Índia e Paquistão. Os distúrbios entre hindus e muçulmanos continuaram. (…) No dia 13 de janeiro de 1948, aos 78 anos de idade, ele começou a jejuar com o propósito de parar o derramamento de sangue. Depois de cinco dias, os líderes opositores prometeram parar a luta e Gandhi quebrou seu jejum. Depois de  12 dias, em 30 de janeiro, um fanático hindu, Nathuram Godse, (…) o assassinou.
www.indianchild.com/mahatma_gandhi.htm (Acesso em: 17 set. 2009)



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